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Duelo entre Afonso Costa e Alexandre de Albuquerque. (Benfica)

quinta-feira, 26 de março de 2015

O duelo entre Afonso Costa e Alexandre de Albuquerque. Joshua Benoliel c. 1910
O Dr. Alexandre de Albuquerque escreveu em «O Liberal» um artigo contra o Dr. Afonso Costa, a título puxou: «Mentira, traição, calúnia, ladroeira». 
Albuquerque acusava Afonso Costa do roubo das cartas, de ser «a vergonha do parlamento, da advocacia, do partido republicano e da pátria». 
Afonso Costa mostrou-se ofendido e desafiou-o para um duelo à espada. 
O duelo não se fez na via pública, como aconteceu com o de Penha e Garcia. Foi em local "escondido" mesmo atrás dos muros da Quinta dos Loureiros, em Benfica, a 06 de Junho de 1910. 
Os jornalistas foram impedidos de assistir, no entanto Joshua Benoliel, fotografo da "Ilustração Portuguesa", subindo para cima do automóvel de um dos duelistas, conseguiu o seu intento.
Afonso Costa ganhou o duelo, ao atingir Alexandre de Albuquerque no peito, o que lhe provocou um corte, sem muita gravidade.
Joshua Benoliel, em cima do automóvel de um dos duelistas, para fotografar
Imagens:
- Joshua Benoliel 
- Ilustração Portuguesa
- AML

Duelo à espada no Parque das Necessidades. (Lisboa)

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

Duelo no Parque das Necessidades. Julho de 1924 
Álvaro de Castro enfrenta Ribeiro da Fonseca. Imagem in DN
Em 02 de Julho de 1924, por uma questão de honra (coisa que parece andar actualmente desvanecida, pelo menos no contexto político) o então chefe do Governo, Álvaro de Castro, que podemos visualizar na imagem, vestindo uma camisola branca, defrontou o aviador Ribeiro da Fonseca. 
Ribeiro da Fonseca terá terminado o duelo com ferimentos superficiais.
Capa do Diário de Notícias, mencionando o duelo
Fonte:
- Diário de Notícias

Duelo à pistola. (Monsanto, Lisboa)

domingo, 2 de maio de 2010

Duelo à pistola em Monsanto
Fotografia de um duelo à pistola entre o ministro da Fazenda, Afonso Espregueira e o deputado Caeiro da Mata, provocado por incidentes parlamentares, em Monsanto (Lisboa) no ano de 1909.
Primavera de 1909, o juiz (conde de Penha Garcia) e os quatro padrinhos (conselheiros do reino), preparam as pistolas para os dois ilustres (e honrados) deputados da nação (Afonso de Espregueira e Caeiro da Mata), travarem um duelo (proibido por lei), na tentativa de resolver, de uma vez por todas, as continuas querelas parlamentares entre ambos.

Duelo à Espada em Azinhaga da Ameixoeira. (Lisboa, 1914)

Clique na imagem para a ampliar
Na fotografia de cima datada de 1914, vemos um duelo à espada entre o Comandante Leote do Rego e o Comandante Nunes Ribeiro, em Lisboa mais exactamente na Azinhaga da Ameixoeira.
Comandante Leote do Rego
O Comandante Leote do Rego ter-se-ia ofendido por algumas palavras proferidas por Nunes Ribeiro. 
O duelo durou apenas cerca de três minutos, tendo o mesmo terminado com um «empate técnico» e segundo se constou, «ligeiros ferimentos».