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O Elevador da Glória.

sexta-feira, 15 de novembro de 2019

O Elevador da Glória, também designado por Ascensor e Funicular da Glória, foi inaugurado a 24 de Outubro de 1885. 
Este transporte público, obviamente não desapareceu, mas modificou-se e evoluiu desde a sua concepção.
O Elevador da Glória no dia da sua inauguração, que ocorreu a 31 de Outubro de 1885.  
Elevador da Glória - Joshua Benoliel
Este funicular estabelece a ligação entre a Praça dos Restauradores e São Pedro de Alcântara, que se encontram em cotas bastante diferentes devido à topografia do local, através da calçada da Glória, com uma inclinação média de 18%, um desnível de 45 metros e um trajecto de 276 metros.
Quando foi inaugurado, o elevador, ou funicular, era movido, através de um sistema de cremalheira e cabo por contrapeso de água, depois passou a vapor e só em 1915 tornou-se eléctrico. Inicialmente o elevador tinha dois andares, podendo levar passageiros no tejadilho.
O piso de baixo tinha dois bancos corridos em que os passageiros viajavam de costas para a rua e no piso de cima cujo acesso era feito através de uma escada de caracol, já se podia deslumbrar a vista virados de frente para a rua, com o inconveniente de se estar sujeito aos elementos atmosféricos.

Funicular dos Guindais. (Cidade do Porto)

domingo, 29 de abril de 2012

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Imagem: Publicação de 1896 na revista «Branco e Negro».
elevador ou  funicular dos Guindais original, foi projectado por Raul Mesnier e inaugurado em 4 de Junho de 1891. Fechou apenas dois anos depois da sua inauguração devido a um terrível acidente ocorrido a 05 de Junho de 1893. 
Um inquérito mandado elaborar então para apurar responsabilidades, revelou que o acidente se deveu a um erro humano. O maquinista António Dias de Oliveira, que tripulava um dos carros, não abrandou, como se impunha, a marcha do veículo, o principal, que, rodando a grande velocidade, foi embater violentamente contra o respectivo suporte (uma mola em aço com formato de U). Deste embate resultou quebrar-se o cabo de ligação entre os dois carros e o do contrapeso começou por deslizar lentamente para atingir uma velocidade extrema indo desfazer-se contra uma plataforma junto ao tabuleiro inferior da ponte Luís I. Passavam cerca de quinze minutos das dezasseis horas quando ocorreu o acidente. Nos dois carros viajavam, naquela altura, apenas 8 pessoas. No carro principal, além do condutor, seguia a sua mulher, Deolinda Silva e mais três pessoas. No veículo que subia seguiam o respectivo condutor, António Martins, mais Alfredo Lopes da Costa Braga e uma filha deste, de apenas seis anos de idade. Por milagre apenas alguns deles sofreram ligeiras escoriações. Mas o acidente alarmou a cidade e, as primeiras noticias chegadas à Batalha, falavam de mortos e muitos feridos.
Não obstante os grandes prejuízos materiais sofridos a Parceria dos Elevadores do Porto anunciou a suspensão da actividade por apenas dois meses, que seria o tempo necessário para efectuar as reparações e recomeçar as actividades.
Foi totalmente reprojectado pelo mesmo engenheiro, na tentativa de o repor em funcionamento, mas tal nunca veio a acontecer. No local pouco mais restou que a antiga "casa das máquinas" no cimo da escarpa.
No âmbito do empreendimento PORTO 2001 - Capital Europeia de Cultura, foi a ideia aproveitada e projectado para o mesmo local um novo funicular. Do equipamento original praticamente não foram encontrados vestígios. A concretização foi da responsabilidade do Arq.º Adalberto Dias e da empresa POMA detentora da tecnologia, para além de outros projectistas e empreiteiro geral. Após um século, o moderno funicular foi inaugurado a 19 de Fevereiro de 2004É operado pelo Metro do Porto. Para viajar é necessário de um título Andante Z2.

Elevador Estrela-Camões. (Cidade de Lisboa)

segunda-feira, 21 de junho de 2010

O Elevador Estrela-Camões.
Actualmente já desaparecido, este elevador  ia da Estrela ao Camões (Lisboa), tratava-se de um funicular projectado por Raoul Mesnier de Ponsard como podemos apreciar nesta fotografia de inicios do século XX, (talvez 1913).