Mostrar mensagens com a etiqueta Em Extinção?. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Em Extinção?. Mostrar todas as mensagens

O busto de Raul Dória. (Porto)

domingo, 9 de junho de 2019

Já aqui fizemos há uns anos atrás, uma publicação sobre o demolido "Palacete das Lousas", (clique para aceder à publicação) edifício onde funcionou por muitos anos a conhecida escola comercial Raul Dória.
O local onde esse edifício se erguia, está como sabem, actualmente ocupado pelo prédio do Jornal de Notícias e contemplava um vasto jardim onde existia um busto de bronze do fundador.
Quando anos depois, resolveram  derrubar o magnífico palacete, para construírem o edifício do "JN", nos anos 60 do séc. XX, o busto de bronze seria transferido para o Largo Dr. Tito Fontes, local situado a escassos metros.
Busto de Raul Dória
Infelizmente, alguém deve ter por engano, levado esse busto, que é património de todos, para casa, pois o mesmo desapareceu do seu pedestal e nunca mais retornou.
Por favor devolvam Raul Dória, ao seu merecido pedestal.
Pedestal sem o busto
Nota: 
Esta singela publicação, foi realizada em resposta aos inúmeros pedidos dos nossos leitores.

Quinta de Salgueiros. (Lapa, Porto)

terça-feira, 6 de março de 2018

A escassos metros da Igreja da Lapa e quase no coração da cidade do Porto, ainda existe, na data em que escrevemos este artigo, aquela que é conhecida por "Quinta de Salgueiros", delimitada pela antiga rua de Salgueiros, actual rua de Cervantes. Debaixo dos terrenos desta quinta existe uma mina subterrânea, que não é nada mais nada menos, que um dos corredores do antiquíssimo manancial de Arca d`Água.
Quinta de Salgueiros - Terrenos para a construção dos Viveiros da Lapa - 1967 in AHMP
 Os terrenos, vendo-se na imagem um dos acessos à antiquíssima mina de água

Vista aérea da zona residencial e comercial de Cedofeita e Santo Ildefonso, desde a Rua de Cervantes, antiga Rua de Salgueiros que contorna a Quinta (Norte), à Praça da República (Sudeste) in AMP
Casa rural da Quinta de Salgueiros, na rua de Cervantes, que será demolida
Cliché original de Alexandre Silva
Salgueiros - Casa rural - Fachada traseira. Cliché original de Alexandre Silva
Quinta de Salgueiros (centro da imagem) - Lapa. In Google Maps
Quinta de Salgueiros (antes do desmatamento) vista da rua de Cervantes in Google Maps
Quinta de Salgueiros - Bing Maps
No canto inferior direito: A casa rural
Quinta de Salgueiros (antes do desmatamento) in Google Earth
Casa e Quinta de Salgueiros (antes do desmatamento) com vista parcial da rua de Cervantes in Google Earth
Casa e Quinta de Salgueiros (antes do desmatamento) com vista parcial da rua de Cervantes in Google Earth
Este terreno que por muitos anos foi pertence da Companhia Aurificia, esteve arrendado por décadas a um elemento da PSP que mantinha a quinta limpa e cultivada com o profissionalismo de qualquer lavrador de outrora. Criava animais de médio e grande porte, aves (galinhas, patos, etc.). Há cerca de uma década (talvez ainda nem isso), conseguiram afastar do terreno esse homem (na altura já pouco jovem) e o terreno ficou devoluto e coberto por silvas e mato...  Com 22 mil m2, na rua de Cervantes, à Lapa, esse terreno esteve destinado para zona verde, para construção dos viveiros da Lapa e consta-se também que em tempos, foi adquirido, para lá ser construído um bairro operário, o que nunca chegou a acontecer. Não temos a certeza desta última realidade, visto existirem de facto bairros, muito perto (como o bairro da Bouça), todos eles construídos entre as décadas de 60 e 70, o que pode gerar alguma confusão.
Recentemente, a quinta, foi limpa do seu mato (e não só). Lamentavelmente cortaram todas as árvores de grande porte (algumas centenárias) que a propriedade possuía. Aparentemente, também querem expulsar o último casal de moradores da casa rural, pessoas septuagenárias e octogenárias. 
Aditamento: (Soubemos, algum tempo após esta publicação, mais exactamente em 2019, que o casal que ainda habitava a casa, já havia sido desalojado. A habitação já foi alvo de "saque" e vandalismo, ao que restava no seu interior)
Motivos??? 
Aparentemente, interesses imobiliários!!! Mas para já parece ser tudo um pouco especulativo. Falam em mais um Hotel,  um Hostel, habitação, Alojamento Local e até mesmo num Hipermercado. 
Independentemente disso o resultado será o mesmo: A insubstituível perda de uma mancha verde, um pequeno pulmão, no centro da Invicta. As majestosas árvores já foram abatidas.

O Palacete Nº 75 da Praça da República. (Porto)

Aspecto geral da casa brasonada, onde funcionou o Instituto Francês, situada na praça da República, 75 
Construção do século XIX. Cliché de Teófilo Rego
Este formidável edifício, cujas actuais ruínas ainda se erguem no cruzamento da rua de Alvares Cabral, esquina com a Praça da República, teve a sua origem com o fim da formidável Quinta de Santo Ovídio, já por nós aqui abordada em publicação específica, propriedade dos Condes de Resende e pelos mesmos alienada para urbanização em finais de 1800.
Nos últimos anos da sua imponente existência, este edifício albergou o Instituto Francês.
Um incêndio de grandes proporções destruiu em Abril de 2008 as antigas instalações do Instituto Francês do Porto, na Praça da República. O edifício de quatro andares, desocupado desde 2004, estava a ser remodelado para albergar uma clínica privada.
Aquela que é tida como uma das casas mais emblemáticas da Praça da República acolheu durante 30 anos o Instituto Francês. 
Para Bernard Despomadères, responsável cultural de Consulado Francês no Porto, a destruição da casa representa "a segunda morte do instituto, talvez a definitiva". A casa, com os interiores todos em madeira de riga, "era um testemunho do que melhor se fazia no Porto a nível arquitectónico no início do século XX".

Requiem pela casa com os n.º 53-55, na rua de São Sebastião. (Porto)

terça-feira, 19 de setembro de 2017

  
Aspecto geral da casa com os n.º 53-55 e do nicho, da rua de São Sebastião, junto à Sé do Porto. 
Uma sólida construção do século XVII, aqui visível em dois clichés obtidos por Teófilo Rego por volta de 1958.
Cliché de Teófilo Rego
Casa na rua de S. Sebastião. Cliché de Bomfim Barreiros
Costureirinha da Sé - 1959 - "Barbearia Bocage"
O edifício com o nicho. Um dos vários locais, que serviram de "palco" para a realização do filme português "A Costureirinha da Sé" em 1959. Fotogramas do filme citado.
As duas fotografias que se seguem, foram obtidas em Setembro de 2017. Do secular edifício, resta a fachada, suportada por vigas metálicas, já tão enferrujadas e deformadas, que a estrutura aparenta um eminente colapso. É mais que urgente uma intervenção!!! Se nada for feito, muito em breve, tudo se perderá.
 Cliché de Alexandre Silva
 No nicho (agora vazio) podemos ler uma data: 1699

A barbearia mais antiga da cidade do Porto.

segunda-feira, 27 de abril de 2015

Existem várias, que reivindicam esse título e sem dúvida alguma, é difícil e complexo eleger uma, com 100% de certeza, pois tudo depende de uma variedade de critérios.
No entanto, acredito não estarmos muito longe da verdade ao afirmar que o "Salão da Lapa", também conhecido por "Barbearia do Sr. Moreira" (nome do actual proprietário, que nesta casa trabalha, desde a sua aquisição em 1966) é a Barbearia (ou Cabeleireiro de Homens) mais antiga da cidade do Porto.
Salão da Lapa. Fachada frontal
Este estabelecimento comercial, abriu portas em 1865, na Rua da Lapa e foi pertence da mesma família durante 100 anos, tendo ganho em 1965, um louvor da União de Grémios dos Comerciantes do Porto, pelo seu centenário.
100 Anos
A Bem do
Comercio Tripeiro
Centenária Firma
Angelo Ferreira dos Santos
Em 1966 e ao que parece, por falecimento de um dos elementos da família, o estabelecimento foi adquirido pelo Sr. Moreira, um profissional do ofício, pessoa extremamente simpática, que nele labora desde então, apesar de já não estar longe, de uns dourados 80 anos de idade.
O interior do Salão. Simplicidade e eficácia
Imagens:
- Alexandre Silva

Solar de Lamas - Quinta de Lamas. (Paranhos/Porto)

quinta-feira, 19 de junho de 2014

Também conhecida por Casa de Canavarros, Casa das Viscondessas de Lamas e Casa das Viscondessas de Roriz. 
Não é ainda «Monumento Desaparecido» mas, tal como muitos itens aqui abordados, um forte candidato ao título, até porque não dispõe de qualquer protecção legal, pelo que apuramos.
Solar de Lamas c. 2014. Clichés de Alexandre Silva
 Entrada principal, pela Rua Dr. Manuel Pereira da Silva, zona quase engolida pelo polo universitário
Solar de Lamas c. 1934 in AHMP
A propriedade do Solar de Lamas é uma quinta setecentista erguida numa zona rural dos arredores da cidade do Porto, na freguesia de Paranhos, hoje naturalmente integrada pelo desenvolvimento da cidade, embora não se tenha perdido por completo a noção do enquadramento original, entre casario modesto e terrenos murados. O acesso ao terreiro da casa faz-se através de um portal em arco abatido encimado por um frontão recto interrompido, que apresenta ao centro o brasão, esquartelado, dos primeiros proprietários, enquadrado por duas volutas algo desmesuradas.
 Solar de Lamas - Vista aérea 
O urbanismo envolvente não cessa, neste local predominantemente rural, num passado ainda recente
A casa nobre desenvolve-se em U, com uma longa fachada central, a oeste, entre dois corpos mais avançados, com dois pisos, fazendo-se o acesso ao andar nobre por uma escadaria de aparato com dois lanços ao longo da parede, cujo vão forma um corpo avançado onde se rasga, no piso térreo, um portal de entrada para as lojas. A escadaria está revestida com azulejos azuis e brancos modernos, idênticos aos que correm a fachada em rodapé. 
Solar de Lamas - Pormenor
Solar de Lamas - Pormenor in Google Earth
Num dos corpos laterais está a capela da quinta, com um portal decorado por um singelo enrolamento de volutas sobre o lintel, encimado por janelão cujo frontão, em arco abatido, se ergue um pouco acima do friso sobre o qual se desenvolve o frontão. Este é triangular, embora abatido, e possui uma alta cruz ao centro, e dois fogaréus nas extremidades. A casa inclui ainda anexos agrícolas, jardim e terreno de cultivo, estando o conjunto muito degradado.
 Portal em arco abatido encimado por um frontão recto interrompido, que apresenta ao centro o brasão
Zona rural de Paranhos, abrangendo o Bairro Social da Fábrica da Areosa (Nordeste), voltado à Estrada da Circunvalação e a Quinta das Lamas (dos Viscondes de Roriz) 1939-40 in AHMP

Imagens:
- Alexandre Silva
- Virtual Earth
- AHMP
Fonte:
- IGESPAR

Ponte D. Maria Pia / Ponte Maria Pia.

quinta-feira, 24 de abril de 2014

Não, (ainda) não é um monumento desaparecido, mas é sem dúvidas, mais uma forte candidata a esse título.
Iniciada a sua construção em Janeiro de 1876, a ponte de D. Maria Pia foi uma obra construída "no limite das possibilidades clássicas da construção metálica". Disse-o, há mais de cem anos, o próprio Gustavo Eiffel. Na sua época a Ponte D. Maria Pia foi uma obra de engenharia que deslumbrou o mundo.
Gustavo Eiffel realizou sobre o Douro um audacioso e criativo trabalho. A construção da Ponte iniciou-se em Janeiro de 1876, concluindo-se em Outubro de 1877. Ocuparam-se 150 operários e utilizaram-se 1.600.000 quilos de ferro. As dimensões exigidas pela largura do rio e das escarpas envolventes, foi considerado o maior vão construído até essa data, aplicando métodos revolucionários para a época. Testes à segurança foram efectuados como o emprego dos meios existentes e essa segurança foi largamente comprovada pela utilização, durante mais de 100 anos, ao serviço do caminho de ferro.
A inauguração em 4 de Novembro de 1877, foi presidida pelo rei D. Luís I e pela Rainha D. Maria Pia, que lhe deu o nome.
Fases de construção
Ponte Maria Pia em 20 de Junho de 1876
Ponte Maria Pia em 22 de Julho de 1876 
Ponte Maria Pia em 30 de Agosto de 1876 
Ponte Maria Pia em 30 de Agosto de 1876 (mesmo cliché)
 Ponte Maria Pia em 30 de Setembro de 1876
Ponte Maria Pia em 24 de Junho de 1877
Ponte Maria Pia em 30 de Junho de 1877
Ponte Maria Pia em 15 de Agosto de 1877
Ponte Maria Pia em 27 de Agosto de 1877
Ponte Maria Pia já em funcionamento
Ponte  Maria Pia numa vista de Jusante
«Ponte D. Maria e Collegio dos Orphãos»
A ponte está classificada como monumento nacional e é o único monumento português que faz parte da lista de grandes obras de engenharia da American Society of Engineering (ASCE).
A ponte Maria Pia está sob a responsabilidade da REFER, que, desde 1991 e até hoje, efectuou apenas uma intervenção de restauro da ponte, em 2009. O seu futuro é incerto e não parece nada promissor.

Fontes:
- FEUP
- CMP
Imagens: 
- Emílio Biel
- BPI - Editor Alberto Ferreira

Capela do Senhor D´Além. (Vila Nova de Gaia)

segunda-feira, 24 de março de 2014

Capela do Senhor D´Além
Completamente abandonada, desprezada e pilhada, a Capela do Senhor D´Além, construída em 1877, está situada na rua de Cabo Simão junto ao sopé da Escarpa da Serra do Pilar em Vila Nova de Gaia. 
Esta capela é a sucessora do Hospício Carmelita do século XVI. Mereceram em tempos destaque a talha dourada de grande ornamentação no altar e a "Milagrosa Imagem". 
Num local fortemente turístico, é actualmente um exemplo vergonhoso da forma como que se trata o património em Portugal.
Capela do Senhor D´Além
Tivemos a oportunidade de voltar a visitar, a Capela do Senhor D´Além, após várias décadas. O cenário é Dantesco!!! A ruína externa e interna é total. O telhado colapsou parcialmente. Dois dos sinos foram roubados e os outros dois mandados retirar pela Junta de Freguesia, para evitar terem o mesmo destino. 
O local está em tal avançado estado de degradação, que ronda o iminente colapso. Com a ajuda de um simples telemóvel, tentamos registar em imagem esta triste realidade que transmitimos aos nossos leitores.
 O que resta do altar
O que resta do interior da capela, que ameaça ruir, é louvavelmente mantido, protegido e utilizado por dois senhores sem-abrigo, que, para vergonha dos responsáveis por este património, se prestam a mostrar o local a todos aqueles que ainda o desejam visitar. A capela é propriedade do Episcopado do Porto.
Vale do Douro, vendo-se a capela do Senhor D´Além, numa época áurea
Capela do Senhor D´Além, numa época áurea, vista de outro ângulo
"Quando o bispo do porto, D. Pedro Rabaldio, mandou erigir, no ano de 1140, no sítio em que, presentemente, vemos o edifício do mosteiro da serra do Pilar, um convento de monjas de invocação a São Nicolau foi achada uma imagem do Senhor Crucificado.
O mesmo bispo, então, mandou construir uma ermida, para a recolha da mesma imagem, no sítio em que, actualmente, está a capela do Senhor de Alem.
E, mais tarde, quando os monges de Grijó conseguiram mandar construir o actual convento da serra do Pilar, o bispo D. Baltazar Limpo ordenou que as imagens de São Nicolau, de São Bartolomeu e do Senhor Crucificado, que estavam na igreja do extinto convento das Donas Pregaretas de S. Nicolau, fossem recolhidas à capela do Senhor de Além, já reformada e ornamentada, para tal fim, pelos monges de Grijó, cerimónia que se realizou no dia 24 de Agosto de 1500, depois das mesmas imagens serem conduzidas, processionalmente, em barcos pelo rio Douro.
A primitiva imagem do Senhor Crucificado existente na capela foi, certa vez, levada à cidade do Porto, por motivo de fazer-se preces ad preltendam pluviam – rezar a queda de chuvas – sendo conduzida em fervorosa procissão pelas ruas da mesma cidade.
E como sucedesse chover, os cónegos da Sé do Porto recolheram a imagem e não mais a deixaram vir para a sua capela, facto que redundou em grande arrelia para os Gaienses.
Por fim, em virtude do prelado mandar erigir um altar para a imagem do Senhor de Além, no claustro da Sé, os devotos de Gaia mandaram fazer outra nova imagem e a colocaram, com todo o luzimento, no mesmo lugar em que era venerada a primitiva.
A nova imagem, em outras ocasiões, chegou a ser conduzida, em barcos, até à foz do Douro, por motivo de preces; mas os Gaienses nunca mais permitiram que ela fosse à vizinha cidade.
Anos depois, junto à capela do Senhor de Além – 5-3-1739 – cinco frades carmelitas, calçados, fundaram um hospício que funcionou até 1832.
O edifício do hospício, depois de 1834, foi vendido e nele chegou a funcionar uma fábrica de louça.
Presentemente todo o edifício está em ruínas.
A actual capela, que mantém o culto, foi edificada, no lugar da antiga, em 1877.
Tem benfeitores muito fervorosos.
A festa em honra do Senhor de Além realiza-se, sempre, no domingo seguinte em que se celebra a festividade à Senhora do Pilar, no penúltimo domingo de Agosto."

In Resenha histórica de CALE Vila de Portugal e Castelo de Gaia.
Pormenores da talha
 Vista do que ainda resta do altar
Nave interior
Turistas, que se juntaram a nós na visita ao local, graças à hospitalidade dos dois sem abrigo, que zelam pelo mesmo
Observação: Poucos meses após esta nossa publicação, tentamos regressar à capela, munidos com uma máquina fotográfica, capaz de registar com mais qualidade o interior deste antigo local de culto. Foi uma tentativa vã. 
Como quase uma resposta, a esta nossa publicação, verificamos que as entradas haviam sido emparedadas, vedando qualquer tentativa de acesso. Ao abandono total, passou a juntar-se os horríveis grafites que aumentam a decrepitude deste local. 

Uma vista do interior, obtida em Julho de 2019, por um interstício da porta (actualmente emparedada com blocos de cimento) da Capela do Senhor D'Além.

Razão tem o povo ao cantar:
“Capela do Senhor d’Além 
Lá se foram as romarias 
Estás do lado errado da ponte 
Deus te dê melhores dias"
Capela do Senhor d'Além. Em estado lastimável, no ano de 2020


Imagens:
- Alexandre Silva
- AMP
Bibliografia:
- Junta de Freguesia de Santa Marinha
- BMP