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O busto de Raul Dória. (Porto)

domingo, 9 de junho de 2019

Já aqui fizemos há uns anos atrás, uma publicação sobre o demolido "Palacete das Lousas", (clique para aceder à publicação) edifício onde funcionou por muitos anos a conhecida escola comercial Raul Dória.
O local onde esse edifício se erguia, está como sabem, actualmente ocupado pelo prédio do Jornal de Notícias e contemplava um vasto jardim onde existia um busto de bronze do fundador.
Quando anos depois, resolveram  derrubar o magnífico palacete, para construírem o edifício do "JN", nos anos 60 do séc. XX, o busto de bronze seria transferido para o Largo Dr. Tito Fontes, local situado a escassos metros.
Busto de Raul Dória
Infelizmente, alguém deve ter por engano, levado esse busto, que é património de todos, para casa, pois o mesmo desapareceu do seu pedestal e nunca mais retornou.
Por favor devolvam Raul Dória, ao seu merecido pedestal.
Pedestal sem o busto
Nota: 
Esta singela publicação, foi realizada em resposta aos inúmeros pedidos dos nossos leitores.

Torre Eiffel de Tomar. (Tomar, 1914)

sábado, 17 de janeiro de 2015

"Torre Eiffel". Réplica em madeira. Festa dos Tabuleiros de 1914
No ano de 1914, por altura da Festa dos Tabuleiros ou Festa do Divino Espírito Santo (que é uma das manifestações culturais e religiosas mais antigas de Portugal) em Tomar, foi construída uma réplica da famosa Torre Eiffel, de Paris. A autoria deste projecto foi do professor José Pereira, da Escola Industrial de Tomar, que também era escultor. Esta torre tinha iluminação nocturna, o que permitiria a visualização do seu contorno, na escuridão. 
De muito menor dimensão que a sua «irmã mais velha» esta curiosa réplica possuía apenas 20 metros de altura e era construída em madeira. Foi assim erguida na entrada da Corredoura, junto à ponte velha.
 "Torre Eiffel" na Festa dos Tabuleiros de 1914
Imagens:
- Autor desconhecido

Monumento aos mortos da Grande Guerra. (Porto)

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Clique nas imagens para as ampliar
Quem actualmente passa pela Praça de Carlos Alberto, na cidade do Porto, não pode deixar de reparar no Monumento aos mortos da Grande Guerra, obra do arquitecto Manuel Marques e do escultor Henrique Moreira em 1928 e que é também por muitos chamada de "Estátua ao soldado desconhecido".
No entanto o monumento que lá se encontra não é o original. 
Monumento comemorativo do sacrifício das tropas portuguesas na Grande Guerra
Demolido em 1924
Esse monumento original, que podemos observar na imagem de cima, de autoria do escultor José de Oliveira Ferreira havia sido erigido no mesmo local do actual em 11 de Novembro de 1924 por iniciativa da Junta Patriótica do Norte mas era considerado horrível e foi alvo de inúmeras críticas, o que levou a que Câmara Municipal do Porto ordenasse a sua demolição em 15 de Janeiro de 1925.

Fontes:
-CMP
-BMP

Estátua do Cavaleiro na Ilha do Corvo. (Açores)

terça-feira, 20 de outubro de 2009

«Ilha do Corvo, infelizmente da estátua não há qualquer imagem.»

Segundo escreve Damião de Góis na "Crónica do Sereníssimo Príncipe Dom João" quando os portugueses chegaram a essa remota ilha encontraram uma estátua equestre no cume noroeste da serra no centro da ilha, colocada sobre um pedestal quadrado. Construída a partir de um único bloco de pedra, a estátua representava um cavaleiro com a sua montada e coberto por um manto e com a cabeça descoberta. Com a mão esquerda segurava as crinas do cavalo e apontava com o direito para Ocidente.

O rei Dom Manuel I teria mandado a Duarte d´Armas que fizesse um desenho da estátua e ordenado o seu transporte para a corte de Lisboa, mas o monarca só viria a receber pedaços do monumento, nomeadamente, a cabeça, e o braço e mão direitos, assim como parte do cavalo. Estas peças teriam sido guardadas no palácio real, tendo-se perdido o seu rasto a partir daqui.

Na base - deixada no Corvo - existiriam algumas letras numa escrita desconhecida que foram copiadas em 1529 por Pedro da Fonseca, mas cujo teor ninguém conseguiu até hoje identificar.

Estátua do Dr. Oliveira Salazar em Sta. Comba Dão.

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

A estátua do Prof. Dr. António de Oliveira Salazar era uma figura em bronze representando o antigo Presidente do C. de Ministros sentado. A estátua estava apoiada em uma base / pedestal quase cubico de pedra.
Ficava no centro de Sta. Comba Dão mesmo junto ao edifício da Câmara Municipal, onde hoje se encontra uma fonte.


A estátua permaneceu um marco da História até ao 25 de Abril de 1974, quando os auto-intitulados elementos da "esquerda progressista" a vandalizaram, tendo de forma cobarde e ao longo de várias noites a coberto da escuridão, decapitado a estátua, serrando uns centimetros de cada vez.

Estátua do Dr. Oliveira Salazar no Palácio Foz. (Lisboa)

«Salazar togado»

Fotografia da estátua de vulto do Prof. Dr. António de Oliveira Salazar que entre 1958-1974 esteve implantada no pátio interior do Palácio Foz, Lisboa. Trata-se de uma réplica do original feito por Francisco Franco para a exposição de Paris em 1937, com presença num dos pavilhões da Expo 1940.