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A Batalha de Ponte Ferreira em 1832. (Campo, Valongo)

terça-feira, 11 de julho de 2017

Ponte Ferreira - Onde se deu a Batalha entre as Forças de 
D. Miguel e D. Pedro em 23-07-1832
Ponte Ferreira, sobre o rio Ferreira, que lhe confere o nome, junto a Valongo...
A Batalha de Ponte Ferreira foi um recontro entre as tropas liberais e miguelistas travado a 23 de Julho de 1832 no lugar de Ponte de Ferreira, na freguesia de Campo, concelho de Valongo no contexto do Cerco do Porto durante a Guerra Civil Portuguesa (1828-1834). O combate desenvolveu-se em torno de uma antiga ponte de granito pela qual o exército liberal pretendia realizar a travessia do rio Ferreira. O exército miguelista era constituído por cerca de 15 000 homens e o liberal por 8 000 homens, perfazendo um total de cerca de 23 000 militares em combate.
 Batalha de Ponte Ferreira. A. E. Hoffman (18??-18??)
Para além de regimentos portugueses da artilharia, infantaria e cavalaria, participaram na acção dois batalhões de mercenários ao serviço de D. Pedro IV de Portugal, um constituído por ingleses e outro por franceses.
A acção iniciou-se a 17 de Julho, quando os dois exércitos se defrontaram em pequenos recontros nos montes circundantes ao lugar e nas ruas de Valongo. No dia 22 de Julho o exército liberal recebeu ordens para atacar as forças miguelistas que se encontravam instaladas numa linha de batalha sobre montes situados adiante da povoação da Granja, na freguesia de Gandra, do outro lado do rio Ferreira, já no concelho de Paredes.
As tropas miguelistas estavam posicionadas numa extensa formação que se estendia até "Chão de Terronhas", actual lugar de Terronhas, freguesia de Recarei, concelho de Paredes. O extremo direito da linha chegava à margem esquerda do rio, em Balselhas, e era constituída pela 3.ª brigada com dois esquadrões de cavalaria e uma peça de artilharia. A força era protegida por uma íngreme colina, tendo o seu extremo esquerdo apoiado na Serra do Raio.
Entre os dois exércitos estava o rio Ferreira, o qual apenas podia ser atravessado por uma antiga ponte de granito situada no lugar de Ponte de Ferreira. Na manhã do dia 23 de Julho foi dada ordem para o exército liberal transpor a ponte. Durante mais de 12 horas, liberais e miguelistas bateram-se em torno da Ponte Ferreira, sem uma vantagem clara e definitiva de qualquer das partes, provocando grande número de mortos e de feridos nos dois lados. Esta pode contudo ser considerada uma vitória dos miguelistas, já que conseguiram fazer com que os objectivos dos liberais não fossem alcançados.

Bibliografia:
- Luz Soriano, História do Cerco do Porto
- A Voz de Ermesinde

A Mercearia Camanho. (Porto)

quinta-feira, 15 de junho de 2017

  «Mercearia  Camanho» in AMP
A «Mercearia Camanho», de Manuel Camanho Cernade, situava-se no ângulo da Rua da Boavista, n.º 395, com a Rua de Cedofeita, n.º 694-696, num edifício secular e ainda existente, ocupando então o seu piso térreo. Como muitas outras mercearias da época, esta casa abastecia as despensas dos lares de seus clientes habituais, vendendo todo o artigo de mercearia, bem como tabaco. Funcionava também como depósito de vinhos da C.ª Vinícola do Norte.
  «Mercearia  Camanho» in AMP
No sítio exacto, então ocupado pela Mercearia Camanho, encontra hoje a Confeitaria Universal, no mesmo edifício, embora com evidentes modificações na fachada do mesmo. Clique AQUI, para ver o local actualmente.

Casa n.º 152 da Rua de Miragaia. (Porto)

sexta-feira, 28 de outubro de 2016

Esta publicação, quase pode ser considerada uma "brincadeirinha" tendo em conta a sua simplicidade. No entanto mostra-nos uma realidade presente: 
A degradação do património, caso não haja intervenção humana no intuito de o preservar.
Como exemplo. vejamos a imagem de baixo, que não tem mais que algumas décadas. 
Trata-se de um pormenor da fachada da casa n.º 152 da Rua de Miragaia, com autoria de Guilherme Bomfim Barreiros.
 Casa n.º 152 da Rua de Miragaia. Bomfim Barreiros
Quer ver este exacto local na actualidade?
Clique aqui: 
Rua de Miragaia n.º 152

Inauguração das piscinas do Clube Fluvial Portuense.

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

O Clube Fluvial Portuense, foi criado em 04 de Novembro de 1876, sendo a colectividade desportiva mais antiga da cidade do Porto e a terceira mais antiga de Portugal. 
Em 1881, o rei D. Luís I concedeu ao clube o título de “Real”. Em 1931, o Clube Fluvial Portuense foi reconhecido como instituição de utilidade pública. 
O mérito do Clube Fluvial Portuense foi reconhecido, ao longo dos anos, por sucessivos Governos que lhe concederam as várias medalhas de Mérito Desportivo e, recentemente, por ocasião das celebrações do 125.º aniversário, o Colar de Honra ao Mérito Desportivo, a mais alta condecoração atribuída pelo Governo Português no âmbito do associativismo desportivo.
Visita e inauguração às piscinas do Clube Fluvial Portuense, pelo chefe 
de estado, o Almirante Américo Tomás em 23 de Junho de 1966
 Ângulo das antigas piscinas, vendo-se o Largo do Calem e casario da Rua das Condominhas
 As antigas piscinas, numa zona agora ocupada por prédios
 O Almirante Américo Tomás
 Em segundo plano: A Capela do Sr. e Sr.ª da Ajuda
 Em segundo plano: O Largo de António Calem e o Rio Douro

Imagens: 
- Arquivo Municipal do Porto (AMP)

Rua das Congostas. (Porto)

terça-feira, 29 de dezembro de 2015

Já a abordamos, quando falamos da Rua do Infante e da abertura do Túnel da Ribeira, bem como da Planta da Rua Mousinho (Mouzinho) da Silveira.
Vamos no entanto, nesta publicação, aprofundar mais o historial deste local.
A abertura da Rua Mouzinho da Silveira veio, como aconteceu em vários outros casos, na cidade do Porto, destruir muito do casario antigo e alguns arruamentos. Esta rua seria construída em duas fases:
- Na primeira fase, a rua foi rasgada desde São Bento até ao cimo da Rua de S. João, terminando onde se localizava a Capela e o Hospital de S. Cris­pim e S. Crispiniano (como sabem, a capela está actualmente na actual Rua de Santos Pousada, próximo da Praça Rainha D. Amélia).
- Na segunda fase, a Rua Mouzinho da Silveira fez literalmente desaparecer a velha Rua das Congostas, tantas vezes citada por Ca­milo Castelo Branco, em especial seu romance "O sangue". Esta antiga rua, fazia a ligação entre o Largo de São Domingos e a Alfândega Velha. 
"Congosta" tende a designar um "caminho estreito e comprido, mais ou menos decli­voso" ou um "caminho estreito entre paredes e mais ou menos em declive."
Cliché obtido provavelmente do local onde se ergue o Palácio da Bolsa
Esta zona, seria futuramente ocupada pela Praça do Infante 
As traseiras do casario, visíveis na imagem, pertenciam às casas da Rua das Congostas, desaparecida durante a segunda fase de abertura da Rua Mouzinho da Silveira
Segundo Germano Silva; "começava essa velha artéria, se assim se pode dizer, junto da antiga Rua Nova, de­pois dos Ingleses e hoje do Infante D. Hen­rique, e acabava, digamos assim, junto à ponte de S. Domingos, ou seja, à entrada do actual Largo de S. Domingos, para quem nele entra pela Rua de Mouzinho da Silveira".
Observação: Para a abertura da Rua foi necessário cobrir o rio da Vila.
"A ponte existia. Atravessava o medieval rio da Vila para permitir o trânsito de pes­soas e animais entre aquele largo e a antiga Rua de S. Crispim, que ficava do outro lado, mais ou menos ao cimo da Rua de S. João, e à entrada da Rua da Bainharia."
Juntamente com o inúmero casario destruído, foi também destruída a monumental Fonte das Congostas e o Solar à qual a mesma estava encostada.
 Fonte das Congostas (demolida) 
Possuía uma frontaria a lembrar um retábulo e em que estava esculpido o escudo real adoptado por D. João II. 
Tinha duas bicas. Uma bica onde se abasteciam os vizinhos e outra destinada exclusivamente aos aguadeiros.
Quando da abertura da Rua Mouzinho da Silveira, havia a ideia de manter, no novo arruamento, o nome "Congostas"... mas a ideia não vingou. Assim, por volta do ano de 1875 (o traçado, foi decidido em sessão camarária de 17 de Junho de 1875) este antiquíssimo arruamento, desapareceria da cidade do Porto.

Imagens:
- In "O Tripeiro" 
- AMP

Rua Ocidental do Bolhão. (Porto)

quarta-feira, 11 de novembro de 2015

Rua Ocidental do Bolhão (desaparecida). Futuro prolongamento da rua de Sá da Bandeira
Em 2010 falamos do Mercado do Bolhão. Pois a denominada Rua Ocidental do Bolhão, era assim chamada, justamente por ladear a parte ocidental do mercado com o mesmo nome. 
Esta rua ocupava a zona aproximada entre a Rua Formosa e a Rua Fernandes Tomás.
No casario térreo da esquerda, ficavam as cocheiras do "Americano" da Cª. Carris de Ferro do Porto e uma loja de flanelas
Os muares eram trazidos para o início da rua e aí trocados pelos que deixavam o serviço. A Rua Ocidental do Bolhão iria desaparecer com a abertura daquele que podemos classificar pelo "terceiro troço da Rua de Sá da Bandeira", só terminado em 1911. Justamente aquela parte que se localiza entre a Rua Formosa e a Rua Fernandes Tomás.
Empresa de materiais de construção de António Augusto Soares, 
«A Construtora», no ângulo da Rua e Travessa de Sá da Bandeira

Imagens:
- AMP

Sítio dos Laranjais e Campo das Hortas. (Porto)

sábado, 31 de outubro de 2015

Planta do Sítio dos Laranjais (...) para nele se construir um novo bairro que os moradores pretendem edificar (...)  1761-01-31 a 1916 in AMP
Segundo registos da Direcção-Geral do Património Cultural, entre outras fontes oficiais, sabemos que a actual Praça da Liberdade designou-se primitivamente por Casal ou Lugar de Paio de Novais, Sítio ou Fonte da Arca, denominando-se, mais tarde, por Quinta, Campo ou Sítio das Hortas. 
(...) o Campo das Hortas, onde ainda corre o rio de Liceiras e outros pequenos cursos de água (...)
Foi ainda Lugar ou Praça da Natividade, Praça Nova das Hortas, Praça da Constituição e de D. Pedro IV e, mais recentemente, Praça da República.
Já em 1691, a municipalidade do Porto e o Capítulo da Sé-Catedral tinham lançado o projecto de estabelecer no Campo das Hortas, propriedade do Capítulo, uma praça pública, entre a Porta de Carros e o Postigo de Santo Elói. O projecto não foi por diante, tendo sido retomado em 1709, pelo então Bispo do Porto, D. Tomás de Almeida, que propõe a abertura de uma praça de formato quadrangular digna de "rivalizar com a Plaza Mayor de Madrid".
Lugar dos Laranjais, sobrepondo-se a localização da Avenida dos Aliados
Tratava-se do primeiro grande empreendimento urbanístico de Portugal. Chegaram mesmo a efectuar-se os contactos de aforamentos das parcelas a construir e a lançar os alicerces de alguns dos edifícios, contudo, por dificuldades várias também este projecto não teve continuidade.
Em 1718 novo projecto foi lançado, cuja realização teve início quando "o cabido da Sé cedeu a 17 de Fevereiro de 1721 terrenos seus expressamente para uma praça". Novas ruas foram então abertas - a rua do Laranjal das Hortas (futura rua dos Lavadouros, hoje desaparecida) e a rua da Cruz (actual rua da Fábrica).
Rua do Laranjal (desaparecida), vendo-se a torre da Igreja da Trindade

Da concretização deste projecto resultaria a Praça Nova das Hortas (ou só Praça Nova).
Foi aberta no século, XVIII, no então chamado Campo das Hortas, limitada a Norte por dois palacetes (desaparecidos), onde funcionaram os Paços do Concelho até 1915; a Sul pela muralha fernandina, destruída mais tarde em 1788 e substituída por um conjunto monumental - o convento dos Frades de Santo Elói - cuja fachada sobre a praça constitui o edifício "da Cardosa", só terminado no século XIX, mas obedecendo ao primitivo projecto - a praça "tout-court". O lado oriental era ocupado pelo Convento dos Congregados, e o lado poente só mais tarde foi edificado.
Planta do Bairro dos Laranjais ou Bairro do Laranjal
Durante o século XIX, factores vários - a instalação da Câmara no topo Norte (1819); a inauguração da Ponte Luís I (1887); a extensão da via férrea até S. Bento (1896) - contribuem para tornar a Praça definitivamente num importantes centro político, económico e sobretudo social. 
Praça de D. Pedro. Palacete dos Paços do Concelho. BPI
Em meados daquele século, a Praça era já o "ponto predilecto de reunião dos homens graves da política e do jornalismo, da alta mercância tripeira e dos brasileiros". 
Predominavam os botequins: "Guichard", "Porto Clube", "Camacho", "Suíço", "Europa", "Antiga Cascata", "Internacional", etc., aos poucos desaparecidos em consequência da profunda reestruturação daquela área, onde as entidades bancárias, companhias seguradoras ou escritórios conquistaram o seu espaço. 
Rua de D. Pedro (desaparecida). Cliché da Casa Alvão
As obras da Avenida iniciaram-se no dia 1 de Fevereiro de 1916 com a demolição do edifício que serviu de Paços do Concelho, a norte da Praça da Liberdade, acompanhada do desaparecimento das ruas do Laranjal, do bairro com o mesmo nome e da rua de D. Pedro, entre outras.
Demolições, para a abertura da Av. dos Aliados

Fontes:
- DGPC
- AMP

Rua de Cima do Muro da Trindade. (Porto)

quarta-feira, 30 de setembro de 2015

aqui falamos, embora sumariamente, desta antiga e desaparecida artéria. 
A Rua de Cima do (ou de) Muro da Trindade, foi uma artéria existente, onde hoje se localiza a Rua dos Heróis e Mártires de Angola, junto ao edifício da Ordem da Trindade, no centro do Porto. 
Era uma rua bastante estreita, como podemos observar nos clichés.
Igreja da Trindade por volta de 1900. Cliché in AMP
Igreja da Trindade. Vista aérea. Vemos a desaparecida Rua de Cima do Muro
Rua de Cima do Muro da Trindade. Na esquerda vemos o edifício da Ordem
 Escadaria em granito, de acesso aos antigos edifícios
 Esquerda da imagem: Escadaria e edifícios actualmente demolidos
Direita da imagem: Vista parcial do edifício da Ordem da Trindade
Evacuação dos habitantes para serem realojados em novos bairros
 Entrada da rua, junto à igreja da Trindade, parcialmente visível à direita
 Vista parcial da igreja da Trindade. Na esquerda vemos a desaparecida artéria
 Vista parcial do largo da Trindade e do edifício camarário
Fotografia aérea da cidade do Porto: 1939-1940. Entre muitos pormenores salientemos: O edifício branco na base da imagem é a Câmara Municipal, a seguir vemos um largo que a separa da Igreja da Trindade 
A estreita via, na esquerda da Igreja e do edifício da Ordem anexo à mesma, é a desaparecida Rua de Cima do Muro da Trindade, que actualmente, muito mais larga, se denomina por Rua dos Heróis e Mártires de Angola
Nos inícios da década de 60 do séc. XX, iniciaram-se as demolições do casario que compunha a Rua de Cima do Muro da Trindade, para ser aberta a rua que hoje se chama dos Heróis e Mártires de Angola.
 O derrube do casario da Rua de Cima do Muro
 Café Primavera, na esquina das ruas de Alferes Malheiro com a de Cima do Muro da Trindade. Este casario foi demolido nas obras de alargamento
 O derrube do casario da Rua de Cima do Muro

 Vista parcial das obras
Nasceu a "Pedreira" que se manteve por décadas
 Ângulo oposto
A nova artéria, muito mais larga
 A "novíssima" Rua dos Heróis e Mártires de Angola
Rua dos Heróis e Mártires de Angola
 Rua dos Heróis e Mártires de Angola. Cliché idêntico ao anterior

Imagens:
- BPI (digitalizações)
- Arquivo Municipal do Porto

Abertura / alargamento da Avenida de Fernão de Magalhães em 1952. (Porto)

quarta-feira, 3 de junho de 2015

Imagens das obras de abertura parcial / alargamento, da Avenida de Fernão de Magalhães no Porto, em 1952, no seguimento do Plano Regulador, de Antão de Almeida Garrett. A zona em intervenção, localiza-se junto do actual entroncamento com a Rua Cardeal D. Américo e permitiria o alargamento e continuidade da Avenida.
Abertura da Av. de Fernão de Magalhães em 1952. Frente ao actual Hotel Nave 
Clique aqui para ver este mesmo local actualmente
Abertura da Av. de Fernão de Magalhães 1952. Frente ao Hotel Nave. Perto das Eirinhas 
Vista do lado da Praça de 24 de Agosto
 Pormenor das obras de demolição
 Demolição do casario
Cerca de 10 anos após as obras. A Avenida e o Bairro de Fernão de Magalhães, em 1962 

Imagens: 
- Arquivo Municipal do Porto

Rua da Reboleira. (Porto)

quinta-feira, 28 de maio de 2015

A designação Rua da Reboleira, data dos séculos XIII-XIV. Esta rua ribeirinha portuense, possui um forte aglomerado de casas medievais, destacando talvez, a do nº. 59 que apresenta uma estrutura de casa-torre com ameias ou merlões, à imagem de uma estrutura defensiva. 
A sua construção consta de um acordo celebrado em Setembro de 1688, entre o mestre pedreiro Manuel Mendes e Pedro Sem, e foi também o local do nascimento de Pedro Sem da Silva (filho) que aqui morou até ao seu casamento.
Largo do Terreiro, Rua da Reboleira e Rua de São Nicolau, vendo-se a Capela da Senhora do Ó. 
Cliché da Phot.ª Guedes
Esta rua foi parcialmente demolida (cortaram-lhe um troço que ia até junto da muralha Fernandina) quando, por volta de 1869-1872, se começou a abrir a Rua Nova da Alfândega. 
Rua da Reboleira, anterior às demolições de 1869-72, efectuadas para abertura da Rua Nova da Alfândega 
José Augusto Vieira in, Minho Pittoresco
Rua da Reboleira nos anos 50 do séc. XX. Cliché de Teófilo Rego
Casas que se encontram no ângulo da Rua do Infante D. Henrique, com a Rua da Reboleira, destacando-se uma pequena oficina de tanoeiro. Cliché da Phot.ª Guedes
 Fonte Parcial:
- AMP