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Pontes sobre o Rio Leça. (Matosinhos - Leça da Palmeira)

terça-feira, 11 de outubro de 2011

Já falamos em "posts" anteriores, de forma individual, das várias Pontes que existiram entre Matosinhos e Leça da Palmeira, tentamos sempre acompanhar esses textos de imagens da época com a melhor resolução possível. Achamos no entanto que esses itens destruídos, que são verdadeiro património para sempre perdido, merecem um texto mais completo, que os abordem no seu conjunto. É isso que vamos tentar aqui fazer.
Em Leça da Palmeira, antigamente, no norte e para nascente, existiam imensas bouças onde prosperavam
inúmeros pinheiros-bravos, entremeados, aqui e além, de pinheiros mansos.
De exemplares adultos de pinheiro bravo, foram construídas, - em distintas épocas e para diferentes fins, umas pontes, a ligar Leça da Palmeira a Matosinhos.
A primeira, em 1886 (?), a mando da "Companhia dos Carris de Ferro do Porto", - desde frente à R. Roberto Ivens (Juncai de Baixo), Matosinhos, até ao Largo do Amado, - a fim de dar passagem aos utentes, - e não somente, - dos seus transportes colectivos que, então, na dita rua, terminavam.
A 5 de Julho de 1899, declarou-se nela um grande incêndio; salvaram-na os Voluntários de Matosinhos-Leça e os do Porto. Foi abatido, o que dela restava, em 1922.
Aparece um belo panegírico a esta veneranda ponte, em "O Badalo" de 11 de Março de 1917, subscrito por Agenor de Castro, que merece ser reproduzido aqui. Tem por título "A Ponte de Pau", nome por que sempre, - e só essa, - foi conhecida.
Passamos a citar: “Tem escutado os mais ternos namorados, e os mais ciumentos esposos; tem presenciado actos de abnegação heróica, e cenas imoralíssimas de concubinagem; tem sentido o peso de delicados sapatinhos Luís XV, e de chancas crivadas de enormes tachões de cabeça de cravo; tem sentido arrastar as mais custosas sedas, num murmuroso frufru, e as mais miseráveis e fétidas roupagens dos párias que por ela passam, dos desgraçados que, debaixo dela, pernoitam; tem abafado, na sua nudez mortal, vagidos de inocentes crianças, e roncos alcoolizados de seres que mercadejam tudo, desde o anel, à própria honra; desde o fato que vestem, ao corpo imundo e abjecto que possuem (...)”.
Ponte de Pau sobre o rio Leça
A segunda ponte partia do mesmo Largo do Amado mas, ia mais para montante, terminando junto a ponte metálica, do eléctrico. Desta ultima, pouco se escreveu, no entanto sabe-se que servia também para peões.
 Ponte metálica, ou do eléctrico
Ponte metálica, ou do eléctrico
Ponte metálica, ou do eléctrico
Uma terceira, foi montada aproximadamente onde está a entrada da doca n.° 1. No entanto, ambas foram aparelhadas para a construção do porto de Leixões. Logo que se tornaram desnecessárias, as desarmaram.
Ainda existiu, e era também de pinho, uma outra ponte, - melhor se lhe chamará viaduto-escada, - na Avenida da Liberdade, em frente à R. Heróis de África, para dar passagem segura aos banhistas até à praia, enquanto por aqui e debaixo dela, transitavam as bagonetas com terra e pedra saídas do ventre da doca, para aterro da referida via de acesso. Durou de 1933 a 1937.
Da mesma tão preciosa árvore se fizeram grande parte dos enormes simples ou cimbres, indispensáveis à construção do Porto de Leixões. A ponte de ferro, esteve também intimamente ligada a esta grande construção, e por ela atravessou a pedra necessária à construção do molhe Norte. Viria mais tarde a servir para os comboios da linha da Boavista-Leça e da Póvoa de Varzim.
 Ponte do comboio
Por último, a Ponte de Pedra (românica), também chamada Ponte dos 19 Arcos, mandada fazer por D. Afonso V. Era efectivamente constituída por 19 arcos e duas meias laranjas, embora com as obras da urbanização da alameda de Leça, foi-lhe "amputado" um dos seus arcos. Serviu durante muitos anos de passagem para quem ia para Matosinhos, para as conserveiras, vindo de Leça ou Santa Cruz do Bispo, nomeadamente. À semelhança das restantes pontes nada ficou para assinalar a sua existência.
Ponte dos 19 Arcos, Ponte de Pedra, ou simplesmente Ponte sobre o Leça
Ponte dos 19 Arcos, Ponte de Pedra, ou simplesmente Ponte sobre o Leça, numa vista lateral (em cima) e vendo-se a entrada do tabuleiro (em baixo) durante uma altura de forte intempérie
Viatura atravessando a demolida ponte dos 19 Arcos, durante uma cheia do Leça
Esta parece pois, ser a sina das pontes em Leça, tendo em conta que ainda recentemente se chegou a falar também, na demolição da actual ponte móvel...

Adaptado de:
 - “Lustrando Antiguidades” 
 - “Livros Carunchentos”

Ponte da Nazaré. (Drizes, S. Pedro do Sul)

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Drizes é uma aldeia pertencente à freguesia de Várzea, concelho de São Pedro do Sul. Banhada pelas águas do Vouga, este pequeno aglomerado de casas conta no seu património com uma Igreja e uma capela, separadas por apenas 50 metros uma da outra, ambas edificadas em honra da Nossa Senhora da Nazaré. É em 8 de Setembro que este local é mais visitado devido às suas festas, civil e religiosa, realizadas neste local. Nos outros dias do ano trata-se de um local relaxante onde se podem ouvir os sons da Natureza incluindo as águas do rio Vouga.
Segundo nos informou um estimado leitor, a ponte da Nazaré em Drizes, São Pedro do Sul, serviu como palco para as filmagens do filme "José do Telhado" rodado na década de 40 do séc. XX, do qual foi retirada a imagem que vemos em cima. Actualmente perdeu o tabuleiro e o que resta das suas ruínas está coberto pela vegetação.

Ponte medieval de Canaveses. (Marco de Canaveses)

domingo, 31 de julho de 2011


Documentos emitidos entre 1936 e 1940 (brevemente serão postados mais) alusivos a ponte medieval de Canaveses, onde verificamos que o transito de pesados (camionetes) tornou quase uma constante danos na ponte, como o derrube das ameias de granito que a ornamentavam, também há referencias onde verificamos que a sua estrutura geral não se encontraria já no melhor dos estados de conservação, apesar das sucessivas obras de reparo. A solução encontrada foi o seu desmantelamento para ser reedificada outra mais larga e segura, mas que fosse respeitado o aspecto geral original.
 Em baixo, a ponte de Canaveses medieval com o seu aspecto característico


Cliché da Ponte medieval de Canaveses
A imagem de baixo foi publicada no livro de António Monteiro «As Pontes de Canaveses» e mostra o término do tabuleiro da Ponte Medieval, junto a Igreja de S. Nicolau.
Vista da igreja de S. Nicolau em Canaveses, com destaque (em primeiro plano), para o Sr. da Boa Passagem. A imagem terá sido obtida do término do tabuleiro da Ponte Medieval de Canaveses.
Ponte Medieval de Canaveses. Ponte Românica e não «Romana»
Ponte medieval de Canaveses
A ponte de Canaveses era então uma ponte medieval que tinha um tabuleiro de perfil horizontal sobre cinco arcos desiguais, uns redondos e outros algo quebrados. Tinha contrafortes de forma triangular. As guardas ostentavam merlões ou ameias. Constituía um conjunto com as igrejas paroquiais de Santa Maria, junto da entrada na margem direita, e de S. Nicolau, junto da entrada na margem esquerda, e o Cruzeiro do Senhor da Boa Passagem, também à entrada da ponte, junto da igreja de Santa Maria.
A primeira construção desta ponte dataria do séc. XII, a sua reconstrução medieval anda associada à rainha D. Mafalda, mulher de D. Afonso Henriques, que doou os direitos de portagem e um paço que ai possuía para a instituição de uma albergaria. Em 1300 / 1334 foram registados legados testamentais para obras na ponte de Canavezes. No séc. XVI um dos arcos tinha sido reconstituído no reinado de D. Sebastião. Em 1726 há uma referência à existência de um cruzeiro no meio da ponte com uma inscrição. Em 1809 um dos seus arcos do meio foi demolido durante as invasões Napoleónicas comandadas por Soult. Em 1937 foi feita a reposição do parapeito e ameias derrubadas por uma camioneta. Entre 1941 e 1944 foi desmontada para alargamento  tendo sido construída uma réplica perfeita no mesmo lugar pela Direcção de Pontes. Em 1949 devido as modificações feitas a «nova» ponte foi desclassificada pelo Dec. nº 37 366 de 5 Abril 1949. Em 1988 a barragem do Torrão fechou comportas o que condenou a estrutura à submersão. Após a submersão, mais exactamente no ano de 1991, foi destruída por ordem da EDP, que recorreu ao exército para causar a sua implosão, com a ajuda de explosivos.
Vale do Tâmega, vendo-se a Ponte Românica de Canaveses de Montante 
Na esquerda da imagem, observamos a igreja de S. Nicolau e o casario na 
margem oposta, pertencia à aldeia do Piso (ou Pisão)
Cliché obtido em 02-08-1940. Cód. de Referência PT-CPF-JGGJ-002-000410
Ponte Românica de Canaveses, vista de Jusante
Cliché datado de 08-08-1940. Cód. de Referência PT-CPF-JGGJ-002-000411


Imagens da ponte de Canaveses a ser desmontada durante as obras de alargamento em 1941. Quando foi desmontada apareceram restos de uma ponte  mais antiga, provavelmente de construção romana,  ocultados pela construção medieval e moderna. Foram recolhidas no Museu Soares dos Reis no Porto, pedras com inscrições que apareceram aquando das obras de 1941-1944. Voltaria a abrir ao transito em 12 de Junho de 1944.



A imagem de baixo foi publicada no livro de António Monteiro «As Pontes de Canaveses» e tem a particularidade de nos mostrar a ponte de Canaveses Medieval (direita na imagem) a par com a réplica edificada entre 1941 e 1944. A data exacta desta imagem não é por nós conhecida, mas tendo presente que já estão a colocar as ameias de granito na ponte "nova" e tendo também em conta que a mesma foi inaugurada em Junho de 1944, partimos do pressuposto que esta imagem terá sido obtida no primeiro semestre desse mesmo ano, ou em finais de 1943.

Rio Tâmega em 1922 - Ponte (medieval) de Canaveses

Nota dos eventuais detentores dos direitos Audiovisuais:
«Datado de 1922 este é um documento visual inédito que retrata o funcionamento do Hotel e das Termas de Canavezes, em Marco de Canavezes.
Único documento visual da época, este vídeo ganha extrema importância para comprovar e suportar a história, os escritos e relatos que descreviam o local como sendo um lugar de luxúria, requinte e sofisticação, muito bem frequentado pela alta sociedade portuguesa e internacional.

Este vídeo histórico foi adquirido pelo Grupo Canavezes junto da Cinemateca Portuguesa.
É expressamente proibida a sua utilização indevida, não respeitando a nossa propriedade sobre o mesmo, assim como os direitos de autor.»
O Documentário completo sobre as Termas de Canaveses pode ser visto nos Arquivos da Cinemateca através deste link de acesso directo (clique para aceder): 

Caldevilla Film - Companhia Produtora
Portugal, 1922
Género: documentário
Duração: 00:03:42, 16 fps
Formato: 35 mm, PB, sem som
AR: 1:1,33
ID CP-MC: 3005636-002-00.07.03.01

Ponte medieval de Canaveses c.1931

A «nova» Ponte de Canaveses (1944-1988)
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Ponte de Canaveses imortalizada em BPI

Em cima, a «nova» ponte de Canaveses, inaugurada em 12 de Junho de 1944. Uma obra em alvenaria de granito digna da sua antecessora. Os traços principais foram mantidos. Foi um erro o desmantelamento da ponte medieval em 1941 para edificarem esta, embora os motivos fossem válidos, mas penso que talvez tenha sido outro erro igual, senão maior (tendo em conta as datas), terem submerso e posteriormente dinamitado de forma criminosa, aquela que a substituiu, que sem dúvida era também ela um monumento. Actualmente substitui-a uma ponte moderna, e prática, mas sem qualquer interesse Histórico feita em betão e localizada a montante...

Bibliografia
MIRANDA, Abílio, A Ponte Velha de Canaveses, Douro Litoral, 2ª série, t. II, Porto, 1944, pp. 21 - 22; MONTEIRO, António, As pontes de Canaveses. A ponte romana, Douro Litoral, 3ª série, I, Porto, 1948, p. 50 - 64 e II, 1948, p. 26 - 39; ALMEIDA, Carlos Alberto Ferreira de, Vias Medievais I. Entre Douro e Minho, Porto, 1968.

Imagens:
- A. Carneiro
- BPI´s (Autores desconhecidos)
- DGEMN
- BPI, Ed.ªº da Empreza
- Centro Português de Fotografia (Arquivos)

Tratamento de imagem:
- Jorge Pereira

Aldeias, moinhos e pontes submersas no rio Tâmega. Consequências nefastas da barragem do Torrão.

sábado, 2 de julho de 2011

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Perto de Entre-os-Rios, Penafiel e Marco de Canaveses, o Tâmega esconde um património etnográfico para sempre perdido. Na memória afundada pela construção da Barragem do Torrão ficaram aldeias, moinhos de linho a ponte de Abragão (obra notável do Eng.º Edgar Cardoso) e a singular ponte de Canaveses, que além de submersa foi posteriormente destruída com cargas de dinamite, por ordem da EDP, recorrendo a mesma ao exército para a execução de tal crime.
Moinhos que ficaram submersos com a subida das águas do rio Tâmega, devido á construção da barragem do Torrão. Um rio selvagem e prenhe de vida, com águas cristalinas, seria transformado numa verdadeira mega represa, de águas fétidas e poluídas, as quais por vezes passaram a apresentar uma cor esverdeada e um cheiro nauseabundo.
A Ponte de Abragão, ou Ponte do Canal, já abordada em específico neste blogue, era uma ponte sobre o rio Tâmega. Construída em alvenaria de granito, foi mais uma obra notável do Eng.º Edgar Cardoso, tendo sido inaugurada em 1949. Caracterizava-a um vão de 60,00m, flecha de 7,00m 1/9
Foi igualmente submersa nas águas do Tâmega em 1988, quando se concluiu a barragem do Torrão.
Na imagem de baixo, vemos a Ponte de Canaveses (clique aqui para saber mais) uma construção singular, em alvenaria de granito, de alto valor histórico e de grande beleza, que foi tratada como um objecto descartável e sem valor, em pleno ano de 1988, ano em que foi submersa. Poucos anos depois, mais precisamente em 1991, seria mandada dinamitar pela própria EDP, numa decisão envolta de controvérsia e secretismo, isto quando já há muito se faziam esforços pela preservação do nosso património.
Ponte de Canaveses - Clique na imagem para a ampliar

Imagens: 
- Autor desconhecido
- BPI, Edições Bazar do Marco
- Blogue: Vila Boa do Bispo Sempre

Ponte da Portela sobre o rio Sabor, EN 102.

sábado, 4 de junho de 2011


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Em cima e em baixo, dois ângulos de vista da ponte da Portela, ambos tirados de montante da mesma.
A ponte da Portela sobre o rio Sabor (sobre a qual atravessei muitas vezes), situada na EN 102, que dá acesso ao concelho de Torre de Moncorvo.

Ponte do rio Sabor... com o rio do qual herdou o nome por baixo, com os seus belissimos areais limpidos... É com profunda tristeza que digo que tal imagem é quase a certeza para mais tarde recordar, pois a zona irá ficar submersa com a construção da barragem do Baixo Sabor, que o nosso, (na minha opinião) incompetente primeiro ministro Sócrates fez questão de mandar construir. Vão-se perder mais um rio selvagem, (dos últimos) flora, fauna e uma beleza paisagistica impar nesta zona. Quem puder que passe por lá este Verão, aproveite a vá almoçar ao restaurante Lagar no centro de Torre de Moncorvo, não sou sócio, nem recebo comissão, mas como cliente antigo só posso falar bem do mesmo.

Descida da fragada da Cardanha com a Ponte da Portela e o rio Sabor, uma paisagem magnifica e prenhe de vida, que brevemente estará reduzida a areia e lodo no fundo das águas da amaldiçoada barragem do Baixo Sabor, apadrinhada pelo PS de Sócrates.

Fonte parcial das imagens: André Rolo

Ponte Romana Ribeira da Asseca.

segunda-feira, 16 de maio de 2011


 Nas duas imagens de cima, que nos foram gentilmente enviadas por um leitor, vemos a Ponte Romana Ribeira da Asseca, que se encontra actualmente semi-submersa desde o encerramento das comportas da barragem do Alqueva. Pelo que nos foi dito, no pico do Verão é normal o nível da água baixar substancialmente, permitindo uma melhor observação desta antiquissima ponte.

Antiga Ponte Vale do Serrão.

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011


Esta antiga e pequena ponte que é mostrada na fotografia acima encontra-se na localidade de Vale do Serrão e servia antigamente uma estrada que passava sobre um ribeiro nesta localidade. A parte superior da ponte encontra-se aproximadamente à cota 114m e por isso durante a maior parte do ano, esta encontra-se submersa pelas águas da albufeira da Castelo de Bode.

Ponte do Espirito Santo. (Alenquer)

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

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A ponte do Espírito Santo foi construída pela Câmara local no reinado de D. Sebastião e a mando deste, foi dada como acabada no dia 28 de Abril de 1571, vindo a ser demolida em 1948 quando das obras de regularização do curso do rio, as quais implicaram o desvio deste para o nascimento das actuais avenidas.

A fotografia, de autor desconhecido, é de 1941 e pertence à colecção Graciano Troni, tendo sido publicada na obra abaixo reproduzida, não por acaso, mas para a dar a conhecer a quantos, porventura, ainda não tiveram o privilégio de a desfolhar. Nessa obra assinada por Filipe Rogeiro, com chancela da Arruda Editora, encontrará o leitor magníficas fotografias da vila de Alenquer nos anos 30 e 40, acompanhadas por esclarecedores textos do autor.
Em baixo uma imagem de Alenquer no decorrer do cortejo do 1.ª de Maio de 1912. É perfeitamente visível na mesma, a extinta ponte do Espírito Santo.

Régua - Construção da Ponte Rodoviária.

quinta-feira, 22 de julho de 2010

Régua. Vista Geral. 1907-1910
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Um barco rabelo nas águas do Douro junto à ponte metálica, que muita gente pensava ser a ponte ferroviária da Régua. É visível a construção, ainda que no seu início, da ponte rodoviária (a qual na sua origem destinava-se ao comboio) em cantaria de granito.
Construção da Ponte Ferroviária  que se tornaria Rodoviária
 Década de 30 do séc. XX
Três pontes atravessam o Douro na Régua, uma ponte rodoviária metálica, datada de 1872, outra ferroviária de granito, datada de 1932 (nunca lá passaria o comboio e foi adaptada para o trânsito rodoviário), e uma de recente construção, que serve de passagem no Douro, do eixo Chaves/Vila Real/Régua/Lamego, Viseu e Figueira da Foz, através do Itinerário Principal N.º 3.
 Ponte ferroviária da Régua (que se tornaria rodoviária) ainda em construção
PT-CPF-JGGJ-002-000213
Capital da Região Demarcada mais antiga do mundo, Peso da Régua não sendo uma cidade de grandes monumentos, é um paraíso histórico de inegável valor. Mergulhada num dos mais belos rios de Portugal, preenche a encosta e o vale onde montes cobertos de vinha e prenhe de história se combinam numa escadaria de gigantes.

Imagens:
- AMP
- Alvão
- Centro Português de Fotografia