Fonte na esquina das Ruas do Bonjardim e Sá da Bandeira. (Porto)

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

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Rua Sá da Bandeira começou a ser aberta em 1836, através de terrenos que pertenciam à abandonada cerca dos padres Congregados, que fugiram do Porto, abandonando o convento, quando D. Pedro entrou na cidade à frente do Exército Libertador.
A intenção do município, ao rasgar esta nova artéria, foi a de estabelecer uma ligação rápida e directa entre a então Praça de D. Pedro e a Rua do Bonjardim. As obras começaram em 1836 mas só sete anos depois (1843) se começaram a construir casas e as primeiras que se levantaram foram as que ficaram com as traseiras voltadas para a Viela dos Congregados.
Em 1848 no cunhal do prédio que fazia esquina da nova artéria com a antiga parte do Bonjardim, ou seja, na esquina do prédio que viria, posteriormente, a dar lugar a outro onde esteve o Banco Pinto de Magalhães, construiu-se uma fonte pública, com duas bicas que era alimentada pelo manancial de Camões. Por volta de 1875 a Câmara deliberou arrasar as Vielas da Neta (já aqui abordada anteriormente) e fazer o prolongamento da Rua de Sá da Bandeira para o Norte.
Sobre esta Fonte foi publicado no  "O Tripeiro" de Abril de 1948:
«...Existiu, no ângulo direito das ruas do Bonjardim e Sá da Bandeira uma fonte, que foi demolida, tendo-se construído no local uma marquise envidraçada, que ainda lá está.»
A Fonte em 1909

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