Remise da Boavista. (Porto)

quarta-feira, 4 de março de 2015

Primitiva remise da Boavista. Entre 1874 e 1946
Remise da Boavista in Ilustração Portuguesa N. 180. 02 de Agosto de 1909
A remise da Boavista era a sede da Companhia Carris de Ferro do Porto desde 1874. 
Em 1924 ardeu, tendo-se perdido perdido 23 eléctricos, 4 atrelados e 2 zorras, ficando também outros 6 muito danificados.
Foi construído um novo edifício para servir como remise e oficina, com um total de 20 linhas de entrada. 
As 20 portas eram uma característica marcante do edifício. 
A capacidade de recuperação da Companhia Carris de Ferro do Porto foi notória, conseguindo ter uma receita positiva no fim do ano de 1928.
 A remise da Boavista num cliché de 1950, com autoria atribuída a Teófilo Rego in Museu do Carro Eléctrico
Eléctrico junto à remise. In Museu do Carro Eléctrico (STCP)
Praça de Mouzinho de Albuquerque (vulgo Rotunda da Boavista) em 1964, vendo-se a demolida Remise dos STCP (que deu lugar à Casa da Música) no canto superior direito da imagem e o Palacete que foi demolido para a construção do shopping Brasília no centro da mesma, logo abaixo da "rotunda"
 Praça de Mouzinho de Albuquerque (vulgo Rotunda da Boavista) em 1964
A remise da Boavista foi usada como remise principal até 1988. Com a redução do serviço de carros eléctricos, Massarelos passou a ser a remise de serviço, ficando a da Boavista como um armazém de carros eléctricos não utilizados e preparada para serviços eventuais.
Em Agosto de 1999 a remise da Boavista foi abandonada e demolida, para dar lugar à Casa da Musica.
A remise da Boavista.  Cliché de autor desconhecido
Fontes:
- Museu do Carro Eléctrico
- AMP
- STCP

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